terça-feira, 28 de julho de 2009

Um mês depois

Faz hoje um mês que a Diocese da Guarda ficou mais enriquecida com a ordenação de dois novos Sacerdotes (Pe, Celso Rocha Marques e Pe. Hugo Alexandre Pichel Martins).
E porque uma imagem vale mais que mil palavras, aqui fica uma recordação de um grande dia.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Três Beatos da Nossa Diocese

Três beatos da nossa Diocese celebrados em 17 de Julho

No dia 17 do corrente mês de Julho, celebramos a memória litúrgica de três missionários jesuitas que partiram desta nossa Diocese da Guarda para trabalharem em terras de missão. Faziam parte do grupo dos 39 companheiros do Padre Beato Inácio de Azevedo que, em três naus, rumavam ao Brasil. Foram inetceptados por corsários inimigos da Fé, ao largo das Canárias e sofreram o martírio, no dia 15 de Julho do ano de 1570. De Celorico da Beira seguia o Beato Manuel Fernandes, que se preparava ainda para a Ordenação Sacerdotal; da Covilhã, o Beato Francisco Álvares, Irmão Auxiliar e de Trancoso seguia o Beato António Soares, que também ainda estudava Teologia.

Foram beatificados pelo Papa Pio IX em 11 de Maio de 1854.
Ao celebrarmos esta data, na qual se faz a memória litúrgica dos únicos três nossos diocesanos elevados às honras dos altares até agora, queremos aproveitar para renovar a nossa preocupação missionária e também sublinhar a importância decisiva das vocações de especial consagração na vida da Igreja e igualmente da nossa Diocese.

10 de Julho de 2009

+Manuel Felício

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Falecimento


Faleceu esta madrugada em Coimbra o Padre José de Almeida Geraldes, arcipreste da Covilhã.
O funeral realizar-se-á amanhã (16 de Julho) pelas 15:30 na Igreja de São Francisco (Covilhã), partindo para Casegas (de onde era natural) onde terá a celebração pelas 18:00.

sábado, 4 de julho de 2009

Padre Hugo defende ...

Neste últimos dias tenho apenas visto com muita celeridade a informação. No entanto um colega chamou-me a atenção para uma notícia que é no mínimo não edificante…

Refiro-me há última de D. Ilídio Pinto Leandro na segunda-feira há ecclesia sobre o Instituto Superior de Teologia no qual D Ilídio foi meu ilustre professor.

Não penso que as declarações feitas, como nos são apresentadas, edifiquem em algo o IST que todos amamos. Se não vejamos “o aproveitamento dos alunos é normal”… A avaliação das várias cadeiras, que é medível pelos resultados é bastante boa (superior a alguns Institutos e Faculdades de Teologia). Os alunos que por algum motivo deixam o IST e vão estudar noutro meio académico conseguem alcançar resultados a cima da média. O Corpo docente do Instituto Superior de Teologia é de uma preparação, dedicação e de conhecimento profundo das realidades diocesanas de elevado nível. Os alunos vivendo em comunidade podem trocar conhecimentos que de outro modo não poderiam.

“os alunos faltam às aulas”… Será que todos os alunos faltam? Faltam sempre? Porque faltam? Os superiores estão certamente atentos a esse casos pontuais. Quem lhes deve perguntar porque faltam? Eu em vários anos no IST nunca faltei a uma aula…

"não falámos com os alunos sobre isso" Se há falhas… é num diálogo aberto e urgente que se podem tomar medidas em prol do IST.

Tenho para mim que IST é o melhor para os nossos Seminaristas. Urge que se defina e clarifique toda esta situação que se arrasta algum tempo que em nada dignifica comunidade do IST. Urge também que mais cuidado se tenha quando falamos para os Média.

Não podemos ficar calados quando se fecha uma fábrica nas nossas Dioceses. E quando a situação do nosso Instituto Superior de Teologia é de aparente “enceramento” quem diz basta?

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Encontro de Acólitos

No passado dia 30 de Junho, realizou-se no Salão Paroquial de São José o Encontro de Acólitos, orientado pelo Neo-Presbitero Hugo Martins.

Neste encontro teve a participação de 16 acólitos, aqui aprendemos a utilizar devidamente os vários objectos necessários a uma Eucaristia, relembramos o nome de todos os objectos religiosos. Seguiram-se as vésperas tendo terminado com a Eucaristia.



sábado, 27 de junho de 2009

Encontro de Acólitos

Na próxima Terça-feira (30 de Junho) irá-se realizar um Encontro de Acólitos, no Salão Paroquial de São José - Penedos Altos em que o tema será: "Celebrar com Beleza" e orientada pelo Neo-Presbítero Hugo Martins e terá o seguinte programa:
15.00 - Acolhimento
15.30 - Como Celebrar?
16.20 - Pausa para café
16.45 - Como Celebrar?
18.00 - Rosário
18.30 - Eucaristia

Esperamos a participação do maior número de Acólitos, para assim todos juntos apreendermos melhor o papel que um Acólito tem.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

O Senhor Jesus continua a enviar... Por Cunha Sério

Quando o Senhor Jesus Se despediu dos Apóstolos, mandou-lhes que assumissem uma obrigação: “Ide por todo o mundo, anunciai a Boa Nova a todas as nações, baptizai-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-as a observar tudo quanto vos mandei. E Eu ficarei convosco até à consumação dos séculos”.

Desde então, logo após o Pentecostes iniciou-se a pregação apostólica, activa até aos nossos dias, e a prolongar-se na história até ao fim do mundo.

Naturalmente, à medida que o Reino de Deus se alargava, necessário era prosseguir o mandato do Mestre e, conforme se ia apagando a vida dos primeiros enviados, deveriam comunicar a alguém os poderes salvíficos recebidos do Redentor dos homens.

E a memória aí ficou nos livros santos: “Separai-me Barnabé e Saulo para a obra a que os destinei” – disse-lhes o Espírito Santo.”Depois de terem jejuado e orado, impuseram-lhes as mãos e despediram-nos”.

Começam os sucessores dos Apóstolos a caminhar pelo mundo além, como diz o texto: “Eles, pois, enviados pelo Espírito Santo, foram a Selêucia e dali navegaram para Chipre. Quando chegaram a Salamina pregaram a Palavra de Deus...”

A vida da Igreja continua no mesmo ritmo e idênticos moldes, pois S. Paulo fala ao discípulo Timóteo: “Não descuides o dom espiritual que há em ti, que te foi dado em virtude de uma profecia, pela imposição das mãos dos anciãos”; e em outra carta o avisa: “Exorto-te a que reavivas a graça de Deus que está em ti pela imposição das minhas mãos”.

Por outro, lado tanto a este discípulo como a Tito, transmite-lhes as normas próprias para se escolherem os anciãos e os diáconos que haverão de pastorear as comunidades cristãs.

Ficou na lembrança até hoje o rito da imposição das mãos a significar a transmissão das graças do Espírito Santo que transformavam o íntimo dos cristãos, tornando-os em dirigentes da Igreja de Deus. Não ficou escrita a oração consecratória cujo texto mais antigo encontramos no documento de S. Hipólito chamado ‘Traditio apostolica’ do princípio do século III, pedindo a Deus o espírito da graça e do conselho que ajude os presbíteros a governar o povo de Deus.

Ao rito de transmitir a outrem a missão confiada pelo Senhor aos Apóstolos chama-se ordem assim definida pelo Catecismo da Igreja Católica: “A Ordem é o sacramento graças ao qual a missão confiada por Cristo aos Apóstolos continua a ser exercida na Igreja, até ao fim dos tempos; é portanto o sacramento do ministério apostólico”.

Pela alta Idade Média, foram-se precisando as fórmulas e os gestos através dos quais se ordenavam os ministros das comunidades, nos seus diferentes graus de bispos, presbíteros e diáconos, que se foram aperfeiçoando até aos nossos dias.

Hoje, no rito latino, o essencial será a imposição das mãos e a oração proferida pelo bispo que, no caso da ordenação dos padres, é: “Nós Vos pedimos, Pai todo-poderoso, constituí estes vossos servos na dignidade de presbíteros, renovai em seus corações o Espírito de santidade; obtenham, ó Deus, o segundo grau da Ordem sacerdotal que de Vós procede, e a sua vida seja exemplo para todos”.

A fim de enquadrar e melhor traduzir este sacramento, o rito próprio desenvolve-se em várias partes, explicitando tanto para os ordenandos como para os fiéis as suas funções e deveres.

Ainda antes da homilia, faz-se a eleição dos que recebem as sagradas ordens. Depois de se aproximarem do Presidente Ordenante, são apresentados e este averigua acerca da sua dignidade e honradez referentes aos cargos a assumir. Uma vez aceites os candidatos, o povo aplaude com o seu “Graças a Deus”.

Terminada a explanação episcopal acerca das verdades e deveres próprios deste sacramento, seguem-se as promessas dos eleitos, nas quais manifestarão os seus propósitos de se entregarem ao anúncio da Palavra, à celebração dos sacramentos mormente da Eucaristia e da Reconciliação dos pecadores, à prece pelos cristãos e pelo mundo, ao cuidado de crescer na santidade pessoal. E, por fim, prometerão obediência ao respectivo bispo.

Invocado o patrocínio de todos os Santos, com a oração das ladainhas, uma vez impostas as mãos pelo Ordenante, os padres impõem também as mãos a significarem o seu agrado de receberam no presbitério novos membros. É então a oração que consagra os eleitos na Ordem dos presbíteros, logo seguida pela imposição dos paramentos sacerdotais: a estola e a casula, pela unção das mãos com o óleo do crisma e a entrega do pão e do vinho com a recomendação: “Recebe a oferenda do povo santo para a apresentares a Deus. Toma consciência do que virás a fazer; imita o que virás a realizar, e conforma a tua vida com o mistério da morte do Senhor”.

Dado o abraço da paz em sinal de unidade comum, prossegue a celebração da divina Eucaristia, concelebrada já pelos recém-ordenados, conforme o costume.